| FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES Comprimidos de 50 e 100 mg de liberação controlada. Caixas com 20 comprimidos. USO ADULTO |
| COMPOSIÇÃO Cada comprimido de liberação controlada contém:......50 mg.....100 mg Succinato de metoprolol...............................................47,5 mg.....95mg (equivalente a tartarato de metoprolol).........................(50 mg)....(100 mg) Excipientes: dióxido de silício, etilcelulose, celulose microcristalina, hidroxipropilcelulose, hidroxipropilmetilcelulose, estearil fumarato de sódio, macrogol, dióxido de titânio, parafina. |
| INFORMAÇÕES TÉCNICAS CARACTERÍSTICAS SELOZOK comprimidos contém succinato de metoprolol em formulação de múltiplos grânulos de liberação controlada. Cada grânulo é recoberto com uma membrana de polímero que controla a liberação do metoprolol. O comprimido desintegra-se rapidamente após a ingestão, dispersando os grânulos ao longo do trato gastrintestinal, os quais vão liberando o metoprolol continuamente por cerca de 20 horas. Com isso, uma concentração plasmática constante de metoprolol é obtida com intervalo de administração de 24 horas. A velocidade de liberação independe de fatores fisiológicos como pH e peristaltismo. Devido a inexistência de picos na concentração plasmática, a seletividade clínica aos receptores beta-1 é aumentada quando comparada às formulações convencionais de bloqueadores beta-1 seletivos. Além disso, há menor risco de efeitos colaterais como bradicardia e fraqueza nas pernas devido a picos plasmáticos. Metoprolol é um beta-bloqueador cardiosseletivo, isto é, age nos receptores beta-1 adrenérgicos no coração em doses muito menores que as necessárias para influenciar os receptores beta-2, principalmente localizados nos vasos periféricos e brônquios. O metoprolol não possui efeito estabilizador de membrana, nem atividade agonista parcial. O efeito estimulante das catecolaminas (as quais são liberadas durante o estresse físico e mental) no coração é reduzido ou inibido pelo metoprolol, o qual diminui a frequência, contratilidade, débito cardíaco e a pressão sanguínea causados pelas catecolaminas. SELOZOK (succinato de metoprolol) reduz a pressão arterial tanto na posição supina quanto na ortostática. O tratamento pode resultar em um aumento inicial insignificante da resistência vascular periférica, a qual normaliza rapidamente e pode até ser reduzida no tratamento a longo prazo. O início da terapia anti-hipertensiva com metoprolol tem demonstrado estar associado a menor incidência de mortalidade (cardiovascular e coronariana) e morbidez quando comparado com o tratamento inicial com diuréticos. Em angina pectoris, SELOZOK (succinato de metoprolol) reduz a frequência, duração e a gravidade das crises e aumenta a capacidade física. Em caso de taquicardia supraventricular ou fibrilação atrial e na presença de extrassístoles ventriculares, SELOZOK (succinato de metoprolol) possui efeito regulador da frequência cardíaca. Sua ação antiarrítmica é devida principalmente à inibição da automaticidade das células marcapasso e ao prolongamento do tempo de condução A-V. Em pacientes com suspeita ou confirmação de infarto do miocárdio, SELOZOK (succinato de metoprolol) reduz a mortalidade. Seu efeito pode ser atribuído possivelmente à redução da incidência de arritmias ventriculares graves, bem como a limitação da área infartada. O metoprolol também reduz a incidência de reinfarto do miocárdio não fatal. Metoprolol interfere menos com a liberação de insulina e com o metabolismo dos carboidratos do que os beta-bloqueadores não-seletivos. Interfere muito menos com a resposta cardiovascular para hipoglicemia do que os beta-bloqueadores não-seletivos. SELOZOK (succinato de metoprolol) também é adequado para o tratamento de alterações cardíacas funcionais com palpitações e para o tratamento profilático da enxaqueca. O metoprolol é completamente absorvido por via oral, sendo que aproximadamente 50% da dose atinge a circulação sistêmica. A biodisponibilidade do produto de liberação controlada é reduzida em aproximadamente 20-30% quando comparado com o comprimido convencional. Entretanto, isso não é significativo com relação à eficácia clínica, uma vez que a área sob a curva de efeito x tempo é a mesma que para os comprimidos convencionais. A meia-vida de eliminação é de 3-5 horas. Entretanto, as características da liberação controlada proporciona concentrações plasmáticas constantes e eficazes por 24 horas com a administração única diária. O metoprolol sofre metabolismo oxidativo no fígado, sendo os 3 principais metabólitos desprovidos de efeito farmacológico significativo. Aproximadamente 5% da dose administrada é excretada como droga inalterada na urina. |
| INDICAÇÕES Hipertensão arterial (para reduzir a pressão arterial e o risco de mortalidade de origem cardiovascular e coronária, incluindo morte súbita, e morbidez), alterações do ritmo cardíaco (incluindo especialmente taquicardia supraventricular), angina pectoris, suspeita ou infarto do miocárdio confirmado (prevenção de morte cardíaca e reinfarto), alterações cardíacas funcionais com palpitações e profilaxia da enxaqueca. |
| CONTRA-INDICAÇÕES Hipersensibilidade ao succinato de metoprolol e derivados ou à qualquer componente da fórmula. Bloqueio atrioventricular de grau II ou de grau III, insuficiência cardíaca não compensada, síndrome de "sick-sinus" (depressão atrio-sinusal), choque cardiogênico, bradicardia sinusal acentuada e arteriopatia periférica grave. Devido à falta de experiência, o metoprolol não está indicado em pacientes com infarto do miocárdio com frequência cardíaca < 45 bat/min, intervalo PQ > 0,24 seg, pressão sistólica < 100 mmHg e/ou insuficiência cardíaca grave. |
| PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS PRECAUÇÕES Geralmente, deve-se administrar concomitantemente um estimulante beta-2 em asmáticos. A dose do estimulante beta-2 pode necessitar ser ajustada quando iniciado o tratamento com SELOZOK (succinato de metoprolol). O risco de SELOZOK (succinato de metoprolol) interferir com receptores beta-2 é, entretanto, menor quando comparado a formulações convencionais de bloqueadores beta-1 seletivos. Pacientes com insuficiência cardíaca devem ter a descompensação tratada antes e durante o tratamento com SELOZOK (succinato de metoprolol). Muito raramente, uma alteração pré-existente da condução A-V de grau moderado pode ser agravada (levando, possivelmente, a bloqueio A-V). SELOZOK (succinato de metoprolol) pode agravar os sintomas de arteriopatia periférica, principalmente devido a seu efeito hipotensor. Se utilizado em pacientes com feocromocitoma, deve-se associar um alfa-bloqueador. Em pacientes tomando beta-bloqueadores, o choque anafilático manifesta-se com maior intensidade. A biodisponibilidade do metoprolol pode estar aumentada em pacientes com cirrose hepática, por isso deve ser usado sob cuidados nestes pacientes. Antes de qualquer cirurgia, o médico ou dentista devem ser informados de que o paciente está tomando metoprolol. A suspensão abrupta da medicação deve ser evitada. Quando necessária, recomenda-se que seja feita de forma gradual, em um período de 10 dias, em doses decrescentes. No decurso da retirada do medicamento, deve-se manter vigilância, especialmente em pacientes com coronariopatia isquêmica. Os pacientes devem verificar sua resposta ao medicamento antes de operar máquinas ou dirigir veículos. Interferências com exames laboratoriais - o uso de SELOZOK (succinato de metoprolol) pode dar resultados elevados nos níveis séricos das transaminases, fosfatase alcalina e lactato desidrogenase (DHL). A segurança e a eficácia de SELOZOK (succinato de metoprolol) em crianças ainda não foi estabelecida. Uso durante a gravidez e lactação SELOZOK (succinato de metoprolol) somente deve ser usado durante a gravidez ou lactação se for absolutamente necessário. Como qualquer outro anti-hipertensivo, os beta-bloqueadores podem causar reações adversas, como por exemplo, bradicardia no feto, no recém-nascido e em crianças sob aleitamento materno. Se a mãe lactante for tratada com metoprolol nas doses terapêuticas, a quantidade de metoprolol ingerido através do leite parece ser insignificante com relação ao efeito beta-bloqueador. ADVERTÊNCIAS A estimulação simpática é um componente vital de suporte da função circulatória em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, e os beta-bloqueadores possuem o risco potencial de depressão da contratilidade do miocárdio, podendo precipitar uma insuficiência cardíaca mais severa. Em pacientes hipertensos e com angina que têm insuficiência cardíaca congestiva controlada por digitálicos e diuréticos, SELOZOK (succinato de metoprolol) deve ser administrado com cautela. Tanto digitálicos, quanto SELOZOK (succinato de metoprolol) diminuem a condução A-V. O uso de beta-bloqueadores por um período de tempo prolongado, pode, em alguns casos, levar à insuficiência cardíaca. Nos primeiros sinais ou sintomas de iminência de insuficiência cardíaca, os pacientes devem ser totalmente digitalizados e/ou receber diuréticos. A resposta deve ser atentamente observada. Se a insuficiência cardíaca persistir, o tratamento com SELOZOK (succinato de metoprolol) deve ser suspenso. Doença isquêmica do coração: após a interrupção abrupta da terapia com certos agentes bloqueadores, têm ocorrido exacerbações de angina pectoris e, em alguns casos, infarto do miocárdio. Quando tratamento crônico com SELOZOK (succinato de metoprolol) for descontinuado, principalmente em pacientes com doença isquêmica do coração, a dosagem deve ser gradualmente diminuída por um período de 1-2 semanas, devendo o paciente ser cuidadosamente monitorado. Se a angina piorar muito ou se desenvolver uma insuficiência coronariana aguda, a administração de SELOZOK (succinato de metoprolol) deve ser imediatamente reiniciada, pelo menos temporariamente, e devem ser tomadas outras medidas apropriadas para o controle da angina instável. Sabendo-se que a doença da artéria coronária é comum e pode não estar diagnosticada, aconselha-se que o tratamento não seja interrompido abruptamente, mesmo em pacientes tratados apenas para hipertensão. Doenças broncoespáticas: pacientes com doenças broncoespáticas, em geral, não devem receber beta-bloqueadores. Porém, devido à sua relativa seletividade beta-1, SELOZOK (succinato de metoprolol) pode ser usado com cautela em pacientes com doença broncoespática que não respondem, ou não toleraram tratamento com outros anti-hipertensivos. Desde que a seletividade beta-1 não é absoluta, deve-se administrar um agente estimulante beta-2 concomitantemente, usando-se a menor dose possível de SELOZOK (succinato de metoprolol). Cirurgias maiores: a necessidade ou desejo de retirar a terapia beta-bloqueadora antes de cirurgias maiores é controversa; a habilidade prejudicada do coração para responder a estímulos adrenérgicos reflexos pode aumentar os riscos de anestesia geral e procedimentos cirúrgicos. SELOZOK (succinato de metoprolol), como outros beta-bloqueadores, é um inibidor competitivo de agonistas de beta-receptores e seus efeitos podem ser revertidos pela administração destes agentes, por exemplo dobutamina ou isoproterenol. Entretanto, estes pacientes podem ser sujeitos a hipotensão severa prolongada. Dificuldade em reiniciar e manter os batimentos cardíacos tem sido também relatada com beta-bloqueadores. Diabetes e hipoglicemia: SELOZOK (succinato de metoprolol) deve ser usado com cautela em pacientes diabéticos se um agente beta-bloqueador é requerido. Beta-bloqueadores podem mascarar taquicardia ocorrendo com hipoglicemia, mas outras manifestações como vertigem e sudorese podem não ser significativamente afetadas. Tireotoxicose: o bloqueio beta-adrenérgico pode mascarar certos sinais clínicos (ex: taquicardia) de hipertireoidismo. Pacientes suspeitos de desenvolver tireotoxicoses devem ser controlados cuidadosamente para evitar interrupção abrupta do bloqueio beta, o que pode precipitar uma crise de tireóide. |
| INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Recomenda-se cuidado especial quando se associar SELOZOK (succinato de metoprolol) a beta-bloqueadores simpáticos ganglionares, inibidores da MAO ou outros beta-bloqueadores (por ex., colírio). No caso de se descontinuar o tratamento com clonidina, SELOZOK (succinato de metoprolol) deve ser retirado vários dias antes da clonidina. Deve-se atentar para possíveis efeitos negativos sobre o inotropismo e cronotropismo cardíacos quando SELOZOK (succinato de metoprolol) for administrado junto com antiarrítmicos e/ou antagonistas do cálcio (particularmente do tipo verapamil, em administração endovenosa). Os beta-bloqueadores podem aumentar os efeitos negativos sobre o inotropismo e o dromotropismo cardíacos de antiarrítmicos do tipo da quinidina e amiodarona. Os anestésicos inalatórios aumentam o efeito cardiodepressor em pacientes tratados com beta-bloqueadores. Ativadores e inibidores enzimáticos podem influenciar os níveis plasmáticos de metoprolol. A concentração plasmática de metoprolol é reduzida pela rifampicina e pode ser elevada pela cimetidina. O tratamento concomitante com indometacina pode diminuir o efeito anti-hipertensivo dos beta-bloqueadores. Sob certas condições, quando a epinefrina é administrada a pacientes tratados com beta-bloqueadores, os beta-bloqueadores cardiosseletivos interferem em menor grau com o controle da pressão sanguínea que os não-seletivos. Pode ser necessário um ajuste da dose de hipoglicemiantes orais em pacientes sob tratamento com beta-bloqueadores. O metoprolol pode reduzir a taxa de depuração plasmática de outras drogas (por ex, lidocaína). Drogas depletoras das catecolaminas (ex.:reserpina), proporcionam um efeito aditivo quando usadas junto a agentes beta-bloqueadores. |
| REAÇÕES ADVERSAS Ocasionalmente ocorrem: astenia, tonturas, cefaléia, bradicardia, alterações circulatórias posturais (ocasionalmente com síncope), náuseas, vômitos, dor abdominal e dispnéia de exercício, fadiga, vertigens, confusão mental, perda de memória. Raramente ocorrem: parestesia, cãibras , insuficiência cardíaca, palpitações, arritmias, fenômeno de Raynaud, edema, dor precordial, depressão, diminuição do alerta mental, sonolência ou insônia, pesadelos, diarréia ou constipação, erupção cutânea (na forma de urticária psoriasiforme e lesões distróficas da pele) e broncoespasmo (mesmo em pacientes sem história de doença pulmonar obstrutiva), hipotensão, dispnéia, agranulocitose, púrpura trombocitopênica. Em casos isolados ocorrem: alterações da condução cardíaca, gangrena (em pacientes com alterações circulatórias periféricas graves já existentes), alteração de comportamento, secura da boca, alterações de testes da função hepática, fotossensibilidade, aumento da sudorese, alopecia, rinite, alterações visuais, irritação e/ou ressecação dos olhos, conjuntivite, tinido, aumento de peso e trombocitopenia. |
| POSOLOGIA E MODO DE USAR SELOZOK (succinato de metoprolol) é administrado em dose única diária, de preferência junto com o café da manhã. Hipertensão : 50 mg/dia em pacientes com hipertensão leve a moderada. Em pacientes não responsivos, a dose pode ser aumentada para 100 a 200 mg/dia ou combinada com outra droga anti-hipertensiva. O tratamento anti-hipertensivo de longa duração com doses diárias de 100-200 mg de metoprolol tem demonstrado reduzir a mortalidade, incluindo morte súbita e problemas coronarianos em pacientes hipertensos. Angina pectoris : 100 a 200 mg/dia. Em casos graves a dose pode ser aumentada. Arritmias cardíacas : 100 a 200 mg/dia. Se necessário, a dose pode ser aumentada. Infarto do miocárdio : a dose de manutenção é, geralmente, 200 mg/dia. Alterações cardíacas funcionais com palpitações : 100 mg/dia. Se necessário, a dose pode ser aumentada. Profilaxia da enxaqueca : 100-200 mg/dia. Os comprimidos e as metades divididas, devem ser engolidos com líquido e não devem ser mastigados ou amassados. |
| SUPERDOSAGEM Sinais e sintomas: Intoxicação devida a superdosagem por metoprolol pode ocasionar hipotensão grave, bradicardia sinusal, bloqueio atrioventricular, insuficiência cardíaca, choque cardiogênico, parada cardíaca, broncoespasmo, obnubilação mental ou até mesmo coma, náuseas, vômitos e cianose. A ingestão concomitante de álcool, outros anti-hipertensivos, quinidina ou barbitúricos pode agravar os sinais e sintomas. Em geral, as primeiras manifestações de superdosagem podem ser observadas em 20 minutos a 2 horas após a ingestão da droga. Tratamento: Eliminação da droga por indução do vômito ou lavagem gástrica. Na presença de hipotensão grave, bradicardia e em caso de ameaça de insuficiência cardíaca - recomenda-se a administração endovenosa de um agonista beta-1 em intervalos de 2 a 5 minutos até que se obtenha o efeito desejado. Quando um agonista beta-1 não estiver disponível, pode-se tentar alternativamente o bloqueio vagal com sulfato de atropina. Se o efeito não for satisfatório, pode-se administrar dopamina, dobutamina, metaraminol ou norepinefrina. Também pode-se administrar glucagon na dose de 1-10 mg. O marcapasso pode ser necessário. Para combater o broncoespasmo, pode-se administrar um beta-2 estimulante endovenosamente. Deve-se observar que as doses necessárias dos antídotos são muito maiores que as terapeuticamente recomendadas. |
| INFORMAÇÕES AO PACIENTE Ação esperada do medicamento: controle da pressão arterial, também contribui para o controle da angina e do ritmo do coração. Conservar em local fresco, ao abrigo da luz e umidade. Prazo de validade: vide cartucho. NÃO USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. SELOZOK (succinato de metoprolol) somente deve ser usado durante a gravidez ou amamentação se for absolutamente necessário. Como qualquer outro anti-hipertensivo, os beta-bloqueadores podem causar reações adversas no feto, como batimentos cardíacos mais baixos. Metoprolol é excretado no leite materno em pequena quantidade. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Os comprimidos devem ser tomados de acordo com a recomendação médica, uma vez ao dia, de preferência junto com o café da manhã. Os comprimidos e as metades divididas, devem ser engolidos com líquido e não devem ser mastigados ou amassados. Se uma dose for esquecida, o paciente não deve tomá-la após o seu horário, deve tomar apenas a dose seguinte, sem dobrá-la. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Podem ocorrer reações graves com a suspensão abrupta deste medicamento. A interrupção, quando necessária, deve ser realizada gradualmente e sob supervisão médica. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer: fraqueza, tontura, dor de cabeça, náuseas, vômitos, dificuldade respiratória, dor abdominal e batimento lento do coração. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Metoprolol não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade à substância e componentes da fórmula, problemas circulatórios graves ou cardíacos, asma, feocromocitoma ou cirrose hepática. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento, especialmente beta-bloqueadores, anti-arrítmicos, indometacina, rifampicina, cimetidina e hipoglicemiantes orais. Antes de qualquer cirurgia, informe ao médico ou dentista que está tomando SELOZOK (succinato de metoprolol). Verifique a sua reação ao medicamento antes de dirigir ou operar máquinas. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE. |
| PRODUTO NOVO ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA, QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS, EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO. MS 1.1618.0077 Farm. Resp.: Dra. Magda C. C. Silveira - CRF-SP nº 12.819 Produzido por: Astra Pharmaceutical Production AB - Södertälje - Suécia Importado, acondicionado e distribuído por: AstraZeneca do Brasil Ltda. Rod. Raposo Tavares, km 26,9 - Cotia - SP - CEP 06700-000 CNPJ 60.318.797/0001-00 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Indústria Brasileira Nº de partida, data de fabricação e vencimento: vide cartucho. IDS 5 (04/93) SAC: 0800-145578 |