FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES
Comprimido 250 mg. Embalagens contendo 7, 14 ou 28 comprimidos.
Creme dermatológico 1%. Embalagem contendo 1 bisnaga com 20 g.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO.
Composição
Cbada 1 comprimido contém:
Cloridrato de terbinafina ............... 250 mg
Excipiente q.s.p. .............................. 1 comprimido
Excipientes: celulose microcristalina, glicolato de amido sódico, dióxido de silício coloidal, Compremix DC plus, hidroxipropilcelulose e
estearato de magnésio.
Cada 1 grama de creme contém:
Cloridrato de terbinafina ................. 10 mg
Excipientes q.s.p. ............................. 1 g
Excipientes: fenoxietanol, metilparabeno, propilparabeno, butilparabeno, etilparabeno, óleo mineral/álcool de lanolina, miristato de isopropila,
cera auto emulsionante, hidróxido de sódio, polissorbato e água deionizada. INFORMAÇÕES TÉCNICAS
FARMACODINÂMICA
Grupo farmacoterapêutico: agente antifúngico.
A terbinafina é uma alilamina com amplo espectro de atividade contra fungos patogênicos da pele, cabelo e unhas inclusive dermatófitos
como Trichophyton (por exemplo, T. rubrum, T. mentagrophytes, T. verrucosum, T. tonsurans e T. violaceum), Microsporum (por exemplo,
M. canis), Epidermophyton floccosum e leveduras do gênero Candida (por exemplo, C. albicans) e Pityrosporum. Em concentrações
baixas, a terbinafina tem ação fungicida contra fungos dermatófitos, filamentosos e alguns fungos dimórficos. Sua atividade contra
leveduras é fungicida ou fungistática, dependendo de sua espécie.
A terbinafina altera especificamente uma etapa inicial da biossíntese dos esteróis fúngicos. Essa interferência acarreta deficiência de
ergosterol e acúmulo intracelular de esqualeno, resultando em morte da célula fúngica. A terbinafina age por inibição da esqualenoepoxidase,
na membrana da célula fúngica. A enzima esqualeno-epoxidase não está vinculada ao sistema do citocromo P450. O
CLORIDRATO DE TERBINAFINA não interfere no metabolismo de hormônios ou de outros medicamentos.
Quando administrado por via oral, o fármaco concentra-se na pele, nos cabelos e nas unhas, em níveis associados à atividade fungicida.
CLORIDRATO DE TERBINAFINA possui um rápido início de ação e pode ser eficaz em um curto período de tratamento.
Farmacocinética
• Comprimido
Uma dose oral única de 250 mg de cloridrato de terbinafina proporciona concentrações plasmáticas máximas de 0,97 mcg/mL, duas
horas após a administração. A meia-vida de absorção é de 48 minutos e a meia-vida de distribuição é de 4 horas e 36 minutos. A
biodisponibilidade do cloridrato de terbinafina é moderadamente modificada por alimentos, mas não o bastante para requerer ajuste das
doses.
O cloridrato de terbinafina liga-se fortemente a proteínas plasmáticas (99%). Difunde-se rapidamente através da derme e se concentra no
estrato córneo lipofílico. O cloridrato de terbinafina também é encontrado na secreção sebácea, atingindo assim altas concentrações nos
folículos pilosos, pêlos e peles gordurosas. Há evidências de que o cloridrato de terbinafina se distribui na placa ungueal dentro das
primeiras semanas após o início do tratamento.
O cloridrato de terbinafina é metabolizado rápida e extensivamente por sete isoenzimas do citocromo P (CYP), com maior participação
das CYP2C9, CYP1A2, CYP3A4, CYP2C8 e CYP2C19. A biotransformação do cloridrato de terbinafina resulta em metabólitos sem
atividade fúngica, que são excretados predominantemente na urina. A meia-vida de eliminação é de 17 horas. Não há indício de acúmulo.
Não foram observadas alterações das concentrações plasmáticas do cloridrato de terbinafina no estado de equilíbrio relacionadas à
idade; porém, a velocidade de eliminação pode ser reduzida em pacientes com insuficiência renal ou hepática, proporcionando níveis
sangüíneos de cloridrato de terbinafina mais elevados.
Estudos farmacocinéticos de dose única em pacientes com disfunção hepática preexistente mostraram que o clearance de cloridrato de
terbinafina pode ser reduzido em cerca de 50%.
• Creme dermatológico: Menos de 5% da dose é absorvida sistemicamente após aplicação tópica em seres humanos; portanto, a exposição
sistêmica é muito baixa.
Dados de segurança pré-clínicos
Em estudos de longo prazo (de até 1 ano) em ratos e cães, não foram observados efeitos tóxicos em nenhuma das espécies, com a
administração de doses orais de até aproximadamente 100 mg/kg por dia. Durante a administração oral de altas doses, o fígado e
provavelmente os rins foram identificados como órgãos-alvo em potencial.
Em estudo de carcinogenicidade oral por 2 anos com camundongos, não se observaram quaisquer resultados anormais ou neoplasias
atribuíveis ao tratamento com doses de até 130 mg/kg por dia em machos e de até 156 mg/kg por dia em fêmeas. Em estudo de
carcinogenicidade oral com ratos por 2 anos, observou-se maior incidência de tumores hepáticos em machos que receberam os mais
altos níveis de dose equivalentes a 69 mg/kg por dia. As alterações que podem estar associadas com a proliferação de peroxissomos se
mostraram específicas das espécies, desde que estas não sejam observadas em estudos de carcinogenicidade em camundongos ou em
outros estudos com camundongos, cães ou macacos.
Durante estudos de altas doses em macacos, foram observadas irregularidades de refração na retina com as doses mais altas (o nível de
efeito não tóxico de 50 mg/kg). Essas irregularidades foram associadas à presença de um metabólito do cloridrato de terbinafina no
tecido ocular e desapareceram após a descontinuação do medicamento, não estando associadas a alterações histológicas.
Uma série-padrão de testes de genotoxicidade in vitro e in vivo não revelaram potencial mutagênico ou clastogênico decorrentes.
Não foram observados efeitos adversos na fertilidade nem em outros parâmetros da reprodução em estudos realizados em ratos e
coelhos. INDICAÇÕES
Comprimido
- Onicomicose (infecção fúngica da unha) causada por fungos dermatófitos.
- Tinea capitis.
- Infecções fúngicas da pele para o tratamento de tinea corporis, tinea cruris, tinea pedis; infecções cutâneas causadas por leveduras do
gênero Candida (por exemplo, Candida albicans), em que a terapia por via oral geralmente é considerada apropriada, conforme o local,
a gravidade ou a amplitude da infecção.
Observação - Ao contrário de CLORIDRATO DE TERBINAFINA tópico, CLORIDRATO DE TERBINAFINA oral não é eficaz na pitiríase
versicolor.
Creme dermatológico
-Onicomicose
-Infecções fúngicas da pele causadas por dermatófitos como o Trichophyton (por exemplo, T. rubrum, T. mentagrophytes, T. verrucosum
e T. violaceum), Microsporum canis e Epidermophyton floccosum.
-Infeccções cutâneas por leveduras, principalmente as causadas pelo gênero Candida (por exemplo, Candida albicans).
-Pitiríase versicolor causada por Pityrosporum orbiculare (conhecido também como Malassezia furfur). CONTRA- INDICAÇÕES
ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO EM CASOS DE HIPERSENSIBILIDADE AO CLORIDRATO DE TERBINAFINA E/OU
AOS DEMAIS COMPONENTES DAS FORMULAÇÕES. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
COMPRIMIDO - SE UM PACIENTE APRESENTAR SINAIS E SINTOMAS SUGESTIVOS DE DISFUNÇÃO HEPÁTICA, COMO NÁUSEA
PERSISTENTE INEXPLICADA, ANOREXIA, CANSAÇO OU ICTERÍCIA, URINA ESCURA OU FEZES ESBRANQUIÇADAS, DEVE-SE
VERIFICAR A ORIGEM HEPÁTICA E INTERROMPER A TERAPIA COM CLORIDRATO DE TERBINAFINA (VIDE “REAÇÕES
ADVERSAS”).
ESTUDOS IN VITRO MOSTRARAM QUE O CLORIDRATO DE TERBINAFINA INIBE O METABOLISMO POR CYP2D6. PORTANTO,
OS PACIENTES SOB TRATAMENTO CONCOMITANTE COM DROGAS METABOLIZADAS PREDOMINANTEMENTE POR ESSA
ENZIMA, POR EX.: ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS, BETABLOQUEADORES, INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DE
SEROTONINA, INIBIDORES DA MONOAMINOXIDASE TIPO B (IMAO-B), DEVEM SER MONITORADOS SE A DROGA COADMINISTRADA
APRESENTAR BAIXO ÍNDICE TERAPÊUTICO.
CREME DERMATOLÓGICO - CLORIDRATO DE TERBINAFINA NESTA FORMA FORMACÊUTICA DESTINA-SE EXCLUSIVAMENTE
AO USO TÓPICO. DEVE-SE EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS.
• USO DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO
OS ESTUDOS DE FERTILIDADE E DE TOXICIDADE FETAL REALIZADOS EM ANIMAIS NÃO EVIDENCIARAM REAÇÕES ADVERSAS.
PORQUE A EXPERIÊNCIA CLÍNICA EM MULHERES GRÁVIDAS É MUITO LIMITADA. CLORIDRATO DE TERBINAFINA NÃO DEVE
SER ADMINISTRADO DURANTE A GRAVIDEZ, A MENOS QUE AS POTENCIAIS VANTAGENS PARA A MÃE SUPEREM OS POSSÍVEIS
RISCOS PARA O BEBÊ.
O CLORIDRATO DE TERBINAFINA É EXCRETADO NO LEITE MATERNO; POR ISSO MÃES QUE UTILIZAM TRATAMENTO ORAL
COM CLORIDRATO DE TERBINAFINA NÃO DEVEM AMAMENTAR.
CLORIDRATO DE TERBINAFINA SOMENTE DEVE SER USADO DURANTE A GRAVIDEZ SE CLARAMENTE INDICADO.
• PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL E/OU CRÔNICA
ESTUDOS FARMACOCINÉTICOS DE DOSE ÚNICA EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO HEPÁTICA PREEXISTENTE MOSTRARAM
QUE O CLEARANCE DE CLORIDRATO DE TERBINAFINA PODE SER REDUZIDO EM CERCA DE 50%. O USO TERAPÊUTICO DE
CLORIDRATO DE TERBINAFINA EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO HEPÁTICA CRÔNICA OU ATIVA NÃO FOI ESTUDADO EM
ENSAIOS CLÍNICOS PROSPECTIVOS E POR ESSA RAZÃO NÃO PODE SER RECOMENDADO.
PACIENTES COM DISFUNÇÃO HEPÁTICA CRÔNICA ESTÁVEL E PRÉ-EXISTENTE DEVEM RECEBER METADE DA DOSE NORMAL;
PARA ESSES PACIENTES DEVE-SE TAMBÉM ESTABELECER UM VALOR BASAL E REALIZAR UM ACOMPANHAMENTO ADEQUADO
(VIDE “REAÇÕES ADVERSAS”).
OS PACIENTES COM DIMINUIÇÃO DA FUNÇÃO RENAL ( CLEARANCE DE CREATININA < 50 ML/MIN OU CREATININA SÉRICA
SUPERIOR A 300 MCGMOL/L) DEVEM RECEBER METADE DA DOSE NORMAL.
• USO PEDIÁTRICO
CLORIDRATO DE TERBINAFINA É UTILIZADO EM CRIANÇAS A CRITÉRIO MÉDICO.
• EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS
NÃO HÁ EVIDÊNCIAS DE QUE CLORIDRATO DE TERBINAFINA DIMINUA A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR
MÁQUINAS. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
COMPRIMIDOS - CONFORME OS RESULTADOS DE ESTUDOS REALIZADO IN VITRO E EM VOLUNTÁRIOS SADIOS, O CLORIDRATO
DE TERBINAFINA APRESENTA INSIGNIFICANTE POTENCIAL DE INIBIR OU INDUZIR A DEPURAÇÃO DOS MEDICAMENTOS
METABOLIZADOS PELO SISTEMA DO CITOCROMO P450 (POR EXEMPLO: CICLOSPORINA, TERFENADINA, TRIAXAZOLAM,
TOLBUTAMINA OU ANTICONCEPCIONAIS ORAIS).
ESTUDOS IN VITRO DEMONSTRARAM QUE O CLORIDRATO DE TERBINAFINA INIBE O METABOLISMO INTERMEDIÁRIO DO
CYP2D6. ESSES DADOS IN VITRO APRESENTAM RELEVÂNCIA CLÍNICA PARA COMPOSTOS METABOLIZADOS
PREDOMINANTEMENTE POR ESSA ENZIMA, COMO POR EX.: ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS, BETABLOQUEADORES,
INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA, INIBIDORES DA MONOAMINOXIDASE TIPO B (IMAO-B), E SE ESSES
DEMOSTRAREM BAIXO ÍNDICE TERAPÊUTICO. (VIDE ”PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS”).
ALGUNS CASOS DE IRREGULARIDADES MENSTRUAIS FORAM RELATADAS EM PACIENTES QUE UTILIZAM CLORIDRATO DE
TERBINAFINA CONCOMITANTEMENTE COM CONTRACEPTIVOS ORAIS, EMBORA A INCIDÊNCIA DESSES DISTÚRBIOS
PERMANEÇAM DENTRO DOS LIMITES DE INCIDÊNCIA BÁSICA DOS PACIENTES TRATADOS COM ANTICONCEPCIONAIS ORAIS.
POR OUTRO LADO, O CLEARANCE PLASMÁTICO DO CLORIDRATO DE TERBINAFINA PODE SER ACELERADO POR DROGAS
QUE INDUZAM O METABOLISMO (COMO A RIFAMPICINA) E PODE SER INIBIDA POR MEDICAMENTOS QUE INIBAM O CITOCROMO
P450 (COMO A CIMETIDINA). QUANDO FOR NECESSÁRIA A ADMINISTRAÇÃO SIMULTÂNEA DESSES MEDICAMENTOS, SERÁ
PRECISO ADAPTAR A DOSE DE CLORIDRATO DE TERBINAFINA.
CREME DERMATOLÓGICO - NÃO SE CONHECE NENHUMA INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA ATÉ O MOMENTO. REAÇÕES ADVERSAS
COMPRIMIDO – CLORIDRATO DE TERBINAFINA É GERALMENTE BEM TOLERADO. OS EFEITOS COLATERAIS SÃO EM GERAL
LEVES A MODERADOS E TEMPORÁRIOS. OS SINTOMAS MAIS COMUNS SÃO GASTRINTESTINAIS (SENSAÇÃO DE PLENITUDE
GÁSTRICA, PERDA DE APETITE, DISPEPSIA, NÁUSEAS, DOR ABDOMINAL LEVE E DIARRÉIA), REAÇÕES CUTÂNEAS SEM
GRAVIDADE (EXANTEMAS E URTICÁRIA), SINTOMAS MUSCULOESQUELÉTICOS (ARTRALGIA E MIALGIA).
INCOMUM: ALTERAÇÃO DO PALADAR, INCLUSIVE PERDA DO MESMO, O QUE GERALMENTE SE RESTABELECE DENTRO DE
ALGUMAS SEMANAS APÓS A INTERRUPÇÃO DO MEDICAMENTO.
RARA: DISFUNÇÃO HEPATOBILIAR (PRIMÁRIA DE NATUREZA COLESTÁTICA) FOI RELATADA EM ASSOCIAÇÃO AO TRATAMENTO
COM CLORIDRATO DE TERBINAFINA, INCLUSIVE CASOS MUITO RAROS DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA. (VIDE “PRECAUÇÕES
E ADVERTÊNCIAS”).
MUITO RARAS: FORAM RELATADAS REAÇÕES CUTÂNEAS GRAVES (POR EXEMPLO, SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON E
NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA) E REAÇÕES ANAFILACTÓIDES. SE OCORRER ERUPÇÃO PROGRESSIVA DA PELE, O
TRATAMENTO COM CLORIDRATO DE TERBINAFINA DEVE SER INTERROMPIDO. FORAM OBSERVADOS DISTÚRBIOS
HEMATOLÓGICOS COMO NEUTROPENIA, AGRANULOCITOSE OU TROMBOCITOPENIA. TAMBÉM FOI RELATADA PERDA DE
CABELO, EMBORA NÃO SE TENHA ESTABELECIDO RELAÇÃO CAUSAL.
CREME DERMATOLÓGICO - OCASIONALMENTE OCORREM VERMELHIDÃO, PRURIDO OU SENSAÇÃO DE ARDOR NO LOCAL
DA APLICAÇÃO; PORÉM, RARAMENTE PRECISA-SE INTERROMPER O TRATAMENTO POR ESSE MOTIVO. ESSES SINTOMAS
DEVEM SER DIFERENCIADOS DAS REAÇÕES ALÉRGICAS QUE SÃO RARAS, MAS QUE REQUEIRAM A INTERRUPÇÃO DO
TRATAMENTO. ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA
•Comprimido
Crianças: Não há dados disponíveis sobre o uso em crianças com menos de 2 anos (geralmente abaixo de 12 kg).
Administração em crianças, em dose única diária, conforme faixa de peso:
-Acima de 40 kg: 250 mg.
Adultos: 250 mg, uma vez ao dia.
- Infecções cutâneas
Duração recomendada de tratamento:
Tinha dos pés (interdigital, plantar/tipo mocassim): 2 a 6 semanas.
Tinha do corpo, tinha crural: 2 a 4 semanas.
Candidíase cutânea: 2 a 4 semanas.
A cura micológica pode preceder de algumas semanas ao desaparecimento completo dos sinais e sintomas da infecção.
- Infecções do couro cabeludo e dos cabelos
Duração recomendada de tratamento:
Tinea capitis: 4 semanas.
A Tinea capitis ocorre principalmente em crianças.
- Onicomicose
Na maioria dos pacientes, a duração do tratamento bem sucedido é de 6 a 12 semanas.
- Onicomicose nas unhas das mãos
Na maioria dos casos, 6 semanas de tratamento são suficientes para o tratamento de infecções nas unhas das mãos.
- Onicomicose nas unhas dos pés
Na maioria dos casos, 12 semanas de tratamento são suficientes para o tratamento de infecções nas unhas dos pés.
Alguns pacientes com pouco crescimento das unhas podem requerer tratamentos prolongados. O efeito clínico ótimo é observado alguns
meses após a cura micológica e a interrupção do tratamento. Esse efeito se relaciona ao período necessário ao crescimento de tecido
ungueal sadio.
• Creme dermatológico
CLORIDRATO DE TERBINAFINA pode ser aplicado 1 ou 2 vezes ao dia. Limpe e seque cuidadosamente as áreas afetadas, antes de
utilizar CLORIDRATO DE TERBINAFINA creme dermatológico. Aplique uma camada fina de creme sobre a pele afetada e na área
circundante, friccionando suavemente. No caso de infecções intertriginosas (submamárias, interdigitais, interglúteas e ingüinais), a aplicação
pode ser recoberta com gaze, especialmente à noite.
Duração provável do tratamento:
Tinha do corpo e tinha crural: 1 semana.
Tinha dos pés: 1 semana.
Candidíase cutânea: 1 semana.
Pitiríase versicolor: 2 semanas.
O alívio dos sintomas clínicos geralmente ocorre em alguns dias.
O uso irregular ou a interrupção prematura do tratamento implica em risco de recorrência. Se ao final de 2 semanas não aparecerem
sinais de melhora, deve-se confirmar o diagnóstico. SUPERDOSAGEM
Foram relatados poucos casos de superdosagem por comprimidos (até 5 g), promovendo efeitos como cefaléia, náuseas, dor epigástrica
e vertigem. O tratamento recomendado para a superdosagem consiste em eliminar-se a droga, primeiramente por administração de
carvão ativado e uso de terapia sintomática de suporte, quando necessário.
No caso de ingestão acidental de CLORIDRATO DE TERBINAFINA creme os efeitos adversos serão provavelmente os mesmos observados
com a superdosagem por comprimidos. INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento
CLORIDRATO DE TERBINAFINA é utilizado no tratamento de infecções causadas por fungos.
Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C a 30°C). Proteger da luz.
Prazo de validade
Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de CLORIDRATO DE TERBINAFINA é de 24 meses,
contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.
NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.
Gravidez e lactação
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.
O CLORIDRATO DE TERBINAFINA é excretado no leite materno; por isso mães que utilizam tratamento oral com CLORIDRATO DE
TERBINAFINA não devem amamentar. Informe ao seu médico se está amamentando.
Cuidados de administração
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico; somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia. A interrupção
do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.
Reações adversas
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. As principais reações que poderão ser observadas durante o tratamento
com comprimidos são: perda do apetite, náuseas, dor ou desconforto abdominal leve, diarréia e erupção cutânea. Durante o tratamento com
o creme dermatológico, pode-se observar vermelhidão, coceira ou sensação de dor no local da aplicação ou outros sintomas de alergia.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias
A biodisponibilidade do CLORIDRATO DE TERBINAFINA é moderadamente modificada por alimentos, mas não o bastante para requerer
ajuste das doses orais.
Não são conhecidas interações deste medicamento com álcool. Entretanto, recomenda-se não ingerir bebidas alcóolicas durante o
tratamento.
Contra-indicações e precauções
O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao cloridrato de terbinafina e/ou demais componentes
das formulações. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE. PACIENTES IDOSOS
Não há evidências de que os pacientes idosos necessitem de doses diferentes ou que apresentem outros efeitos secundários em relação
aos pacientes mais jovens. Portanto, devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.
Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.
Registros: Creme dermatológico MS 1.0043.0777
Comprimido MS 1.0043.XXXX
Farm. Resp.: Dr. Jairo de Almeida Utimi - CRF-SP n.º 20 500
EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.
Av. Vereador José Diniz, 3.465 - São Paulo – SP
e-mail: euroatende@eurofarma.com.br
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
CENTRAL DE ATENDIMENTO
0800-14-1993
200.02.2.00910-1C